Comparativo
Dinheiro ou Pix: quanto custa dar espécie para o motorista
Dinheiro não cobra taxa. Ele cobra de outro jeito.
Como funciona dinheiro em espécie
É a solução mais antiga e a mais usada em frota pequena: a empresa saca, entrega ao motorista e ele resolve na estrada. Funciona em qualquer posto do país, não depende de sinal de celular, não tem contrato, não tem análise de crédito e não cobra taxa nenhuma. Para quem tem dois veículos e conhece os dois motoristas pelo nome, é difícil argumentar contra.
Onde está a diferença
O problema do dinheiro não é que ele não funcione — funciona. É que ele não carrega informação. Uma nota de R$ 100 não sabe em que posto foi gasta, por quem, em qual veículo, com qual hodômetro. Todo o controle vira reconstrução: recibo amassado, planilha no fim do mês, memória. E o que não é reconstruído vira prejuízo que ninguém consegue nomear. O Pix resolve isso sem tirar a liberdade: continua sendo aceito em praticamente todo posto, e cada pagamento nasce com veículo, motorista, valor, posto, hora e hodômetro grudados nele.
Lado a lado
Onde o motorista pode abastecer
- Bizbem
- Qualquer posto que aceite Pix — praticamente todos
- Dinheiro em espécie
- Qualquer posto
Taxa
- Bizbem
- Uma taxa pequena por transação
- Dinheiro em espécie
- Nenhuma
Risco na estrada
- Bizbem
- Não há valor físico para roubar
- Dinheiro em espécie
- O valor viaja com a pessoa
O que o valor pode comprar
- Bizbem
- Só o que a empresa autorizou
- Dinheiro em espécie
- Qualquer coisa
Quem gastou
- Bizbem
- O motorista que digitou o PIN, registrado
- Dinheiro em espécie
- Quem estava com o dinheiro
Comprovação
- Bizbem
- Registro automático: posto, CNPJ, valor, hora
- Dinheiro em espécie
- Recibo — quando aparece, e quando é legível
Hodômetro
- Bizbem
- Obrigatório no momento do pagamento
- Dinheiro em espécie
- Anotado depois, de memória
Custo por km
- Bizbem
- Calculado sozinho, a cada abastecimento
- Dinheiro em espécie
- Reconstruído em planilha, se alguém tiver tempo
Troco e diferença
- Bizbem
- Não existe — o valor é exato
- Dinheiro em espécie
- Problema diário
Saldo não usado
- Bizbem
- Volta para a conta da empresa na hora
- Dinheiro em espécie
- Fica com a pessoa até o acerto
Adiantar mais saldo
- Bizbem
- Distribuição instantânea, de onde você estiver
- Dinheiro em espécie
- Sacar, deslocar, entregar
Motorista saiu da empresa
- Bizbem
- Acesso revogado; o saldo já era da empresa
- Dinheiro em espécie
- Acerto pendente
| Dimensão | Bizbem | Dinheiro em espécie |
|---|---|---|
| Onde o motorista pode abastecer | Qualquer posto que aceite Pix — praticamente todos | Qualquer posto |
| Taxa | Uma taxa pequena por transação | Nenhuma |
| Risco na estrada | Não há valor físico para roubar | O valor viaja com a pessoa |
| O que o valor pode comprar | Só o que a empresa autorizou | Qualquer coisa |
| Quem gastou | O motorista que digitou o PIN, registrado | Quem estava com o dinheiro |
| Comprovação | Registro automático: posto, CNPJ, valor, hora | Recibo — quando aparece, e quando é legível |
| Hodômetro | Obrigatório no momento do pagamento | Anotado depois, de memória |
| Custo por km | Calculado sozinho, a cada abastecimento | Reconstruído em planilha, se alguém tiver tempo |
| Troco e diferença | Não existe — o valor é exato | Problema diário |
| Saldo não usado | Volta para a conta da empresa na hora | Fica com a pessoa até o acerto |
| Adiantar mais saldo | Distribuição instantânea, de onde você estiver | Sacar, deslocar, entregar |
| Motorista saiu da empresa | Acesso revogado; o saldo já era da empresa | Acerto pendente |
Quando dinheiro em espécie é a escolha certa
Dinheiro ganha quando o posto não aceita Pix — raro hoje, mas ainda existe em estrada muito isolada. E ganha quando a operação é pequena e informal o bastante para que qualquer sistema custe mais atenção do que a perda que ele evita: dois veículos, dois motoristas, o dono junto todo dia. Se essa é a sua situação, a resposta honesta é que você não precisa da gente ainda.
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A conta que decide isso é a sua, não a nossa
Simule com os números da sua frota e veja a ordem de grandeza. Se não fizer sentido, a gente fala isso na cara.