Venda de custo
Gestão de abastecimento para transportadora de carga
Cada carreta paga a mais por abastecimento. Você não vê, porque não aparece como taxa: aparece no preço do litro.
O que a sua operação precisa entregar
Mover carga com um custo por km previsível, num mercado onde o frete não acompanha o diesel.
Onde dói hoje
- O ágio embutido no preço por litro não aparece em lugar nenhum da fatura — some dentro do que parece ser o preço da bomba.
- A rede conveniada decide onde a frota abastece, e quase nunca é onde está mais barato.
- Pagamento em D+30 significa que o posto cobra mais caro, e a transportadora financia a diferença sem perceber.
- O custo por km real chega semanas depois, montado em planilha a partir de hodômetro anotado de memória.
Como a Bizbem se encaixa
Pix é aceito em praticamente todo posto — inclusive o barato da estrada que nunca entrou em rede conveniada. O posto recebe à vista, e isso vira poder de barganha no preço do litro.
O hodômetro é capturado na bomba, em toda transação. O custo por km sai automático, por veículo, sem planilha.
A carreta é o centro de custo. O saldo é dela, e acompanha o ativo — não o motorista que está na boleia esta semana.
Um tanque de carreta enche com valor alto. O limite por transação é calibrado por veículo, não por uma regra genérica da frota.
A pergunta que sempre aparece
“Perco os 30 dias do cartão. Vira pré-pago.”
Verdade, existe perda de float. Mas o custo desse capital é bem menor do que o ágio que você deixa de pagar por litro — e essa conta a gente faz junto, com os seus números, antes de você decidir qualquer coisa.
Outras operações
Quanto disso a sua frota está pagando sem ver?
Simule em 30 segundos com os números da sua operação, ou fale direto com o time.