Venda de controle
Distribuidora: controle o combustível da saída e o dinheiro da volta
Seu motorista entrega e cobra. Você controla o combustível dele — e o dinheiro que ele recebe?
O que a sua operação precisa entregar
Rodar a rota de entrega, cobrar cada cliente e fechar o caixa no fim do dia sem diferença.
Onde dói hoje
- O motorista é um ponto de venda ambulante — e cobra do jeito que dá: dinheiro, Pix na chave pessoal, foto no WhatsApp.
- Dinheiro no caminhão é risco de assalto e diferença de troco.
- Pix na chave pessoal do motorista faz o dinheiro da empresa passar pela conta de uma pessoa física antes de voltar.
- Fechamento de caixa é reconstruído por canhoto, e nunca bate na primeira tentativa.
- E o combustível dessa mesma rota é controlado com a mesma precisão de sempre: nenhuma.
Como a Bizbem se encaixa
O motorista gera a cobrança Pix na porta do cliente e o valor cai na conta da empresa — nunca na dele. O gestor vê a entrada em tempo real.
O mesmo app, o mesmo PIN e o mesmo login que cobram do cliente também abastecem o caminhão. Sem segunda ferramenta.
A rota é do veículo. O saldo também — e o motorista que assume aquele caminhão hoje trabalha com ele.
A ida e a volta no mesmo extrato: quanto o caminhão gastou de diesel e quanto ele trouxe de volta em cobrança.
A pergunta que sempre aparece
“Meu cliente na ponta vai pagar por Pix?”
Na maioria das rotas de distribuição, ele já paga. Pix é aceito em praticamente todo comércio do país e é o meio preferido de quem não quer taxa de máquina. Quem ainda paga em dinheiro continua podendo — o que muda é que o resto para de virar problema.
Outras operações
Cada carreta paga a mais por abastecimento. Você não vê, porque não aparece como taxa: aparece no preço do litro.
Mais de mil abastecimentos por mês. Quantos você conferiu?
Seu vendedor adianta o combustível e você reembolsa 30 dias depois. Os dois perdem.
Quanto disso a sua frota está pagando sem ver?
Simule em 30 segundos com os números da sua operação, ou fale direto com o time.