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Cobrança na entrega: o motorista cobra, o dinheiro cai na empresa

O motorista cobra. O dinheiro cai na conta da empresa. Não na dele.

O caminhão que entrega também cobra

Em distribuição — bebidas, gás, pão, material de construção, insumo agrícola — o motorista não só entrega: ele cobra. E cobra do jeito que dá: dinheiro, um Pix na chave pessoal dele, uma foto do comprovante no grupo do WhatsApp. A empresa fecha o caixa reconstruindo o dia a partir de canhoto e memória.

O risco de cobrar em dinheiro

Dinheiro no caminhão é risco de assalto, é diferença de troco, é acerto no fim do dia que nunca bate na primeira tentativa. E Pix na chave pessoal do motorista é pior: o dinheiro da empresa passa pela conta de uma pessoa física antes de voltar para a empresa. Ninguém quer isso no fluxo de caixa nem no fiscal.

Como a Bizbem faz

O motorista gera a cobrança Pix direto no app, na porta do cliente. O cliente paga na hora, escaneando o QR Code. **O valor cai na conta da empresa** — nunca na conta do motorista. O gestor vê a entrada em tempo real, com motorista, veículo, valor e horário.

O mesmo app, os dois sentidos

O motorista que já usa a Bizbem para abastecer usa o mesmo app, o mesmo PIN e o mesmo login para cobrar. Sem novo cadastro, sem nova ferramenta, sem novo treinamento. O dinheiro sai para o posto e entra do cliente pelo mesmo trilho.

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