Venda de custo
Combustível para frota de construção civil e máquinas
Sua obra tem dez equipamentos e um controle de diesel que cabe numa folha de caderno.
O que a sua operação precisa entregar
Manter máquina e caminhão rodando na obra sem que o diesel vire buraco no orçamento da obra.
Onde dói hoje
- Diesel é a linha que mais varia no custo da obra e a que menos tem controle.
- Equipamento não roda km — a métrica é hora trabalhada, e nenhum sistema de frota entende isso.
- Motorista de caçamba abastece na rua, longe do canteiro, sem ninguém por perto.
- ARLA e óleo entram na mesma conta, e ninguém separa.
Como a Bizbem se encaixa
Cada equipamento é um centro de custo com carteira própria. O diesel da betoneira não se mistura com o da caçamba.
Abastecimento longe do canteiro continua sendo abastecimento — só passa em estabelecimento autorizado.
O teto por transação é calibrado por equipamento. Máquina e caçamba têm tanques muito diferentes.
Diesel por equipamento e por período, exportável para apropriar no custo da obra.
A pergunta que sempre aparece
“Abasteço em comboio, com tanque próprio no canteiro. Serve?”
Para o diesel do tanque próprio, não — ali não existe Pix e não existe posto. A Bizbem faz sentido no que sai do canteiro: caçamba na rua, caminhão de apoio, veículo leve da equipe. Vale mapear quanto da sua frota abastece fora antes de conversarmos.
Outras operações
Na safra, seu diesel triplica em três semanas. Seu controle acompanha?
Cada carreta paga a mais por abastecimento. Você não vê, porque não aparece como taxa: aparece no preço do litro.
Sua equipe está espalhada pela cidade inteira. Seu controle de gasto está onde?
Quanto disso a sua frota está pagando sem ver?
Simule em 30 segundos com os números da sua operação, ou fale direto com o time.