É o custo invisível do cartão frota. O posto credenciado recebe a prazo e paga uma taxa de adquirente sobre a transação — e recompõe essa margem no preço por litro cobrado de quem paga com o cartão.
O ágio não aparece na fatura como "taxa" porque nunca esteve na fatura: ele está no litro. É por isso que a maioria dos gestores nunca o auditou — não há linha para auditar.
A forma prática de medir é comparar o preço por litro pago com o cartão contra o preço à vista no mesmo posto, no mesmo dia.