É a base do modelo: a operadora credencia postos, cobra deles uma taxa por transação e entrega à frota a garantia de aceitação naqueles pontos.
O efeito colateral é a restrição. A frota abastece onde a rede tem ponto, não onde o combustível está mais barato. Em rota longa ou no interior, a diferença entre esses dois lugares pode ser grande.
É um ponto que costuma ser vendido como cobertura ("aceito em milhares de postos") e que, na prática, é uma limitação — comparado com Pix, que é aceito em praticamente todos.